Presente em todo o lugar, o excesso de barulho é perigo à saúde

Pesquisas mostram que o ruído fora de controle constitui um dos agentes mais nocivos à saúde humana, causando perda da audição, zumbidos, ansiedade, nervosismo e até mesmo impotência sexual.

Estamos acostumados a nos preocupar e nos lembrar dos perigos do volume alto apenas nas grandes festas, como o Carnaval e final de ano, mas não é só nessas datas que o excesso de som é ouvido. O ruído excessivo está presente em diversas situações cotidianas tanto em São Paulo como em outras grandes cidades, e as repercussões deste tema são de ordem individual e também coletiva.

No Rio de Janeiro, por exemplo, 60% das reclamações recebidas pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente são relacionadas às agressões sonoras. Já em São Paulo, recentemente a Infraero divulgou um relatório de impacto ambiental no qual consta que as operações do aeroporto de Congonhas emitem ruídos acima do permitido por lei. O barulho atinge casas, escolas e até hospitais, incomodam e prejudicam a saúde auditiva de pessoas que permanecem na área de embarque e no espaço das autoridades.

Algumas pesquisas mostram que o ruído fora de controle constitui um dos agentes mais nocivos à saúde humana, causando perda da audição, zumbidos, distúrbios do labirinto, ansiedade, nervosismo, hipertensão arterial, gastrites, úlceras e impotência sexual.

“A audição é um dos sentidos que proporciona a interação do indivíduo com o meio ambiente e com seus semelhantes”, comenta o Dr. Ektor Onishi, otorrinolaringologista e Coordenador Nacional da Campanha da Saúde Auditiva da SBO (Sociedade Brasileira de Otologia). “Saber da sua importância e como cuidar da audição se torna ainda mais necessário”, completa Onishi.

Proteja seu ouvido contra a poluição sonora. Não fique próximo de grandes concentrações de som, escute sua música preferida com volume baixo e, em eventos, fique longe das grandes caixas acústicas que animam a festa. Cuide de sua saúde e fique em sintonia com o bem-estar.

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