Nova especialidade odontológica na CEONG: Cirurgia Buco-Maxilo-Facial

O cirurgião buco-maxilo-facial é um profissional da Odontologia que tem pós-graduação realizada em ambiente hospitalar, por um período que varia de dois a quatro anos de dedicação exclusiva. Por isso, conhece tudo sobre traumas de face e ossos do crânio.

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Odontologia

Cirurgia crânio-maxilo-facial

A cirurgia crânio-maxilo-facial é uma área médica que atua no tratamento de alterações de crescimento faciais, como algumas malformações: fissuras palatinas, fendas labiais, crescimento desproporcional dos maxilares (atrofia de maxila, prognatismo, retrognatismo, sorriso gengival, …), alterações de oclusão (classe II, classe III).

Essas alterações de crescimento podem cursar com dores de cabeça, dificuldades de respiração, dificuldades na mastigação e deglutição, alterações de fala, dores articulares e faciais, roncos e apneia.

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Otorrinolaringologia ,

Falando sobre tontura

Cerca de 10% da população mundial sofre de algum tipo de tontura, sendo as mulheres duas vezes mais acometidas que os homens. Sua definição é a ilusão de movimento, podendo se manifestar de diversas formas como: desequilíbrio, sensação de queda, escurecimento da visão,  flutuação ou vertigem (sensação de rodar).

A tontura é um sintoma comum para diversas alterações na saúde e relacionadas a inúmeras causas, sendo que mais de uma delas podem estar presentes no mesmo indivíduo. Portanto, a avaliação de um especialista é fundamental para investigação e definição das causas, a fim de estabelecer o tratamento adequado para cada caso. Leia mais

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Você conhece o teste BERA?

O BERA (Exame do Potencial Evocado Auditivo do Tronco Encefálico) é um teste auditivo objetivo (não depende da resposta do paciente) e avalia a integridade funcional das vias auditivas nervosas (nervo auditivo) desde a orelha interna até o córtex cerebral.

Por que fazer o BERA?

Com base neste exame, é possível determinar se existe ou não perda auditiva e precisar seu tipo e grau. Caso haja perda, o teste ajuda a verificar se esta está relacionada com lesões na cóclea, no nervo auditivo ou no tronco encefálico. Ele também permite pesquisar a integridade funcional nas vias auditivas do tronco encefálico.

Quando devemos realizar o BERA?

  • Na avaliação da audição quando os demais testes audiométricos não são possíveis ou são inconclusivos.
  • No diagnóstico precoce da perda auditiva na criança.
  • Nos recém-nascidos que possuem algum indicador de risco para a deficiência auditiva, que deverão realizar a Triagem Auditiva Neonatal com esse procedimento.
  • Quando há queixa de zumbido.
  • Na identificação de tumores do nervo auditivo.
  • Nas afecções como: esclerose em placas, leucodistrofias, doença de Alzheimer e tumores intracranianos da fossa posterior.
  • Confirmação e monitoramento nos limiares da audiometria tonal das perdas induzidas por níveis de pressão sonora elevados (PAINPSE).
  • Avaliação da audição em crianças e adultos “difíceis” de serem avaliados por métodos subjetivos (inclusive prováveis simuladores na audiometria).

Quais são os cuidados após o exame?

O teste é indolor, não invasivo e não tem efeitos colaterais ou consequências significativas. O paciente pode perfeitamente voltar às atividades laborais ou outras atividades imediatamente.

Precisa fazer o exame?

Entre em contato com a CEONG pelos nossos telefones ou pelo formulário de contato. Estamos à disposição para bem atendê-lo!

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